segunda-feira, novembro 12, 2018

Marina Dantas

Marina Dantas
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Marina Dantas possui graduação em Psicologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie de São Paulo. Cursou o Aprimoramento em Acompanhamento Terapêutico e Atendimento Extraconsultório, e também o curso de Qualificação Avançada em Clínica Analítico-Comportamental pela Associação Paradigma - Centro de Ciências e Tecnologia do Comportamento. Atualmente, é aluna do Mestrado Profissional em Análise do Comportamento Aplicada, monitora do Curso de Aprimoramento em Acompanhamento Terapêutico e Atendimento Extraconsultório e Pesquisadora colaboradora da Associação Paradigma - Centro de Ciências e Tecnologia do Comportamento. Atua como terapeuta Analítico-Comportamental e Acompanhante Terapêutica.

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As fases do luto: uma interpretação analítico-comportamental

Muitos provavelmente já ouviram falar sobre as 5 fases do luto: negação, raiva, barganha (ou negociação), depressão e aceitação. Elas foram primeiramente propostas por Elisabeth Kübler-Ross, psiquiatra suíça que trabalhou diretamente com pacientes terminais. [...] Elisabeth nunca foi analista do comportamento e sua área de estudo nunca foi o Behaviorismo Radical. Mas será que podemos pensar em uma interpretação analítico-comportamental para as fases do luto? Como podemos analisar o comportamento de perda (seja de alguém, de um objeto, de um emprego, de um carro, ou até mesmo do que gostaríamos de viver e não será possível)? Um conceito muito importante para entendermos o que ocorre com nosso comportamento quando perdemos alguém ou algo é o de extinção operante.

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