segunda-feira, novembro 12, 2018

Lidiane Borba

Lidiane Borba
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Psicóloga (Unisinos); Mestre em Psiquiatria (UFRGS); Especialista em Terapias Cognitivo Comportamentais; Formação em Terapia de Casal e Família (INFAPA); Formação em Tratamentos Baseados em Evidências para o Transtorno da Personalidade Borderline (Fundación FORO - Argentina); Treinamento Intensivo em Terapia Comportamental Dialetica (Behavioral Tech - EUA); Professora do curso de Especialização em Terapia Sistêmica do InTCC; Pesquisadora no grupo de pesquisa em transtornos de ansiedade do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (PROTAIA); Psicóloga na Cognitá - Clínica de Terapia Cognitivo-Comportamental; Integrante do grupo de estudo e pesquisa em Personalidade (GEP)

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As fases do luto: uma interpretação analítico-comportamental

Muitos provavelmente já ouviram falar sobre as 5 fases do luto: negação, raiva, barganha (ou negociação), depressão e aceitação. Elas foram primeiramente propostas por Elisabeth Kübler-Ross, psiquiatra suíça que trabalhou diretamente com pacientes terminais. [...] Elisabeth nunca foi analista do comportamento e sua área de estudo nunca foi o Behaviorismo Radical. Mas será que podemos pensar em uma interpretação analítico-comportamental para as fases do luto? Como podemos analisar o comportamento de perda (seja de alguém, de um objeto, de um emprego, de um carro, ou até mesmo do que gostaríamos de viver e não será possível)? Um conceito muito importante para entendermos o que ocorre com nosso comportamento quando perdemos alguém ou algo é o de extinção operante.

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