segunda-feira, novembro 12, 2018

Juliana Fialho

Juliana Fialho
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Graduada em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo no ano de 2006. Mestre em Psicologia Experimental: Análise do Comportamento pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (Dissertação defendida em maio de 2009). Trabalha como psicóloga na Gradual (Grupo de Intervenção Comportamental), onde lida principalmente com crianças e adolescentes com desenvolvimento atípico. Tem experiência em Análise do Comportamento Aplicada. Já desenvolveu pesquisas de Iniciação Científica, Conclusão de Curso e Mestrado nos seguintes temas: desenvolvimento atípico, avaliação de repertório inicial, intervenção comportamental, comunicação funcional e alternativa e variabilidade comportamental.

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As fases do luto: uma interpretação analítico-comportamental

Muitos provavelmente já ouviram falar sobre as 5 fases do luto: negação, raiva, barganha (ou negociação), depressão e aceitação. Elas foram primeiramente propostas por Elisabeth Kübler-Ross, psiquiatra suíça que trabalhou diretamente com pacientes terminais. [...] Elisabeth nunca foi analista do comportamento e sua área de estudo nunca foi o Behaviorismo Radical. Mas será que podemos pensar em uma interpretação analítico-comportamental para as fases do luto? Como podemos analisar o comportamento de perda (seja de alguém, de um objeto, de um emprego, de um carro, ou até mesmo do que gostaríamos de viver e não será possível)? Um conceito muito importante para entendermos o que ocorre com nosso comportamento quando perdemos alguém ou algo é o de extinção operante.

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