segunda-feira, novembro 12, 2018

Fellipe Augusto de Lima Souza

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Psicólogo do Programa de Transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria (AMBULIM/HC) da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Formação em Terapia Comportamental Dialética (DBT) em andamento, pelo The Linehan Institute and Behavioral Tech, Washington - EUA. Treinamento em Terapia Comportamental Dialética (DBT) aplicado ao Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT), ministrado pelo PhD. Martin Bohus da Universidade de Heidelberg, Mannheim - Alemanha. Coordenador dos Grupos de Treino das Habilidades Sociais do AMBULIM IPq HC FMUSP e Enfermaria do Comportamento Alimentar - ECAL IPq HC FMUSP.

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As fases do luto: uma interpretação analítico-comportamental

Muitos provavelmente já ouviram falar sobre as 5 fases do luto: negação, raiva, barganha (ou negociação), depressão e aceitação. Elas foram primeiramente propostas por Elisabeth Kübler-Ross, psiquiatra suíça que trabalhou diretamente com pacientes terminais. [...] Elisabeth nunca foi analista do comportamento e sua área de estudo nunca foi o Behaviorismo Radical. Mas será que podemos pensar em uma interpretação analítico-comportamental para as fases do luto? Como podemos analisar o comportamento de perda (seja de alguém, de um objeto, de um emprego, de um carro, ou até mesmo do que gostaríamos de viver e não será possível)? Um conceito muito importante para entendermos o que ocorre com nosso comportamento quando perdemos alguém ou algo é o de extinção operante.

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