Curso de Psicologia da UFPI não oferece condições básicas de aprendizagem a seus alunos

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Os alunos do curso de Psicologia da Universidade Federal do Piauí (Campus Ministro Reis Veloso) estão em greve desde o dia 21 de março, alegando inexistência de condições básicas para a continuidade de sua graduação. Entre as dificuldades enfrentadas, estão:

– Falta de testes Psicológicos Essenciais à formação;
– Falta de Professores: atualmente o curso está sem 13 disciplinas, por este motivo;
– Falta de orientadores para o estágio profissionalizante e Trabalho de Conclusão de Curso;

Reclamam também da inexistência da maioria dos livros que compõe a literatura básica do curso e do não funcionamento do Serviço-Escola de Psicologia por falta dos profissionais necessários.

Já foram realizadas diversas reuniões entre representantes dos alunos e a reitoria da faculdade, que não foi capaz de apresentar alternativas que viabilizem o retorno às atividades acadêmicas. Todas as alternativas apresentadas foram classificadas como insuficientes, tanto com relação ao prazo de cumprimento do acordo quanto à incerteza de sua concretização.

De acordo com o jornal Portal do Dia, os alunos da Universidade,  cujo Campus fica em Parnaíba, planejam ir à Teresina cobrar a solução para os problemas que tem enfrentado. Ainda não o fizeram porque o ônibus da Universidade não foi liberado, explica Janaína Fernandes, uma das coordenadoras do movimento.

Fonte: Portal RedePsi.

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7 COMENTÁRIOS

  1. Lamentável situação. Solidariedade aos alunos que, muito bravamente, decidiram pela greve de estudantes como instrumento de luta por melhores condições de ensino, pesquisa e extensão.

  2. Quais comportamentos de contra-controle têm emitido os seus colegas e você para que se mudem estas contigências no tão recentemente criado Instituto de Psicologia da UFBA?

  3. O Instituto foi criado e isso é um ganho, mas ainda falta muita coisa. Não temos laboratórios de psicologia experimental, nem boas condições para fazer pesquisa. Faltam professores para estágio, que é majoritariamente clínico. E no mais recente concurso para professores em regime de DE foi impressionante a pouca procura.

    As contingências de lá estão mais pra reforçamento negativo, rs. Faltam coisas necessárias para uma boa formação.

  4. Aline,

    passo por coisas semelhantes na ufrj, e para completar, acho que os próprios alunos não ligam ou são contra algumas dessas condições.Graças a uma lavagem cerebral que os professores fazem questão de fazer.

  5. Enquanto algumas faculdades federais deixam a desejar em estrutura, outras particulares tendam “enfiar guela abaixo” dos alunos que estrutura por sí só é sinônimo de qualidade. É fogo. O ensino, de modo geral, esta péssimo.

  6. O Instituto de Psicologia da UFBA não tem nem estrutura física. Tem que ficar mendigando sala para que o curso funcione.
    No estágio em clínica só tem psicanalísta e uma profª que ministra o estágio de gestalt terapia.
    Os professores que coordenam o curso, inclusive os ditos ‘cientistas’, que deveriam ser a favor da diversidade de teorias científicas, afirmam categoricamente ‘não temos interesse em análise do comportamento’ além de falar que a ‘AC não existe mais’. O curioso é que o curso de Saúde da UFBA de Vitória da Conquista tem interesse em AC, tanto que abriu concurso para professor adjunto tendo como exigência apenas o mestrado.
    Como forma de contra-controle, fizemos um abaixo-assinado que resultou na abertura do concurso para DE em clínica analítico comportamental. Fizemos e faremos outras coisas, mas melhor não comentar para não contra-controlarem o nosso contra-controle. rsss
    Tem coisa muito pior na UFBA, mas não devo falar sem evidências para não ser processado.

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