O mundo dentro da pele dos adolescentes – como a FAP pode proteger os adolescentes contra algumas questões da atualidade

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“Ah, lembranças assim machucam muito… É como quando lemos um poema tão marcante que sentimos uma dor toda vez que lembramos nele.” (Dostoiévski 2010, p. 264).

O escritor e filósofo russo Fiódor Dostoiévski, já em 1875 abordava no seu romance “O adolescente” as dificuldades que eles já enfrentavam naquela época. O adolescente pode acabar, por vezes, sendo vítima de intrigas nas relações com os pares, em função da sua pouca experiência de vida, e imprevisibilidade de comportamentos de pessoas que convivem. Recentemente a discussão a respeito de depressão e suicídio na adolescência entrou em pauta com a repercussão do Jogo da Baleia Azul – fenômeno surgido da rede social russa, que propõe desafios, culminando no suicídio como última tarefa –, e do polêmico seriado “13 Razões Porquê” (13 Reasons Why*), estreado em 2017, baseado no livro de Jay Asher, que aborda a temática do suicídio na adolescência.

A relação entre o suicídio na adolescência como desfecho de quadros depressivos não tratados, agravados no uso de plataformas de rede social, me motivou a escrever este artigo. Esses fatores parecem ter chamado não somente a atenção da mídia, mas parecem também evidenciar a urgência de uma atenção especial dos psicoterapeutas a esta faixa etária. E sim, os adolescentes sofrem, e muito! A intenção aqui não é de esgotar estas reflexões, pois os temas citados acima também podem levar a diversas discussões relacionadas a adolescência, assim como temas abordados no seriado “13 Razões Porquê”.

Sobre os Adolescentes

Cabe aqui contextualizar o que chamo de adolescência. Uma definição de dicionário (Dicionário Machaelis Online, 2017) sobre adolescente, afirma que “adolescente é o período do desenvolvimento humano, entre a puberdade e a idade adulta, durante o qual ocorrem mudanças físicas, como o crescimento acelerado e a maturidade sexual e alterações psicológicas e sociais”. Em essência, é um período de transição que inclui uma série de mudanças drásticas em sua vida (ou seja, mudanças fisiológicas e de desenvolvimento que influenciam a forma como eles experienciam o mundo ao seu redor, além de afetar a forma como os outros respondem a essas experiências). Atualmente, atendo na clínica uma demanda de adolescentes que considero ter uma faixa etária de 13 e 20 anos, alguns são muitas vezes encaminhados ao consultório pela escola, outros identificados pela família, e ultimamente, muitos deles espontaneamente pedem aos pais a ajuda de um profissional.

Uma maneira de pensar sobre os adolescentes e suas emoções é através de um breve exercício: tente lembrar de sua adolescência. Gostaria que pensasse durante alguns minutos sobre uma memória ou uma experiência difícil. Por exemplo, como falhar em um teste, não ser convidado para uma festa, ter tomado um “fora” de algum paquera, ou qualquer outra lembrança que surgir no pensamento. As emoções são geralmente muito intensas, certo? Existe uma explicação para isso ocorrer com tanta frequência neste período de nossas vidas. Pesquisas demonstraram que há um fator biológico que torna a emoção mais intensa durante a adolescência (Casey & Jones, 2010; Spear, 2000; Galvan, Hare, Voss, Glover & Casey, 2007; Geier, Terwilliger, Teslovich, Velanova & Luna, 2009).

O neuropsicólogo norte-americano Dr. William Stixrud, em entrevista para o The Guardian (2014), explica que a intensidade das emoções característica dos adolescentes se deve a funcionamento reativo e hipersensível de uma região do cérebro chamada amígdala, que tem como uma das funções regular a emoção. Para Stixrud, uma amígdala hiperativa explicaria também por que os sentimentos de agressão, medo e tristeza nos adolescentes podem ser mais intensos do que nos adultos, tornando sua vida muitas vezes bem difícil.

Questões como términos de relacionamentos amorosos, mesmo que de curta duração, descrição de emoções difíceis com família e ansiedade são comuns na prática clínica. O relato é do quanto pode ser difícil lidar com algumas emoções no relacionamento familiar, e que algumas vezes, a ansiedade que insurge durante as discussões pode gerar insônia, tristeza e bastante sofrimento.

Adolescente, Tristeza e… Depressão

No âmbito de uma perspectiva analítico-comportamental argumenta-se que a depressão deve ser entendida como um conjunto complexo de comportamentos, que se desenvolve na interação do indivíduo com o ambiente, e que pode acabar se tornando um padrão (Lewinsohn, 1974; Ferster, 1973; Overmier & Seligman, 1967). Por essa ótica, não há como compreender o comportamento deprimido sem recorrer a uma análise funcional do mesmo em relação ao contexto particular no qual ocorre.

Uma vez que os fundamentos do Behaviorismo Radical são compreendidos, a intervenção comportamental da depressão pode se tornar mais efetiva. Tanto o histórico da pessoa quanto o ambiente atual exercem uma influência sobre o comportamento. Levando essas informações em consideração, a compreensão da depressão exige a investigação dos eventos que envolvem perda ou ausência de reforço positivo, bem como história de reforço negativo e punição excessivos (Kanter, Busch & Rusch, 2009).

A depressão é um problema de saúde substancial entre os adolescentes. Os dados epidemiológicos de uma pesquisa feita com estudantes entre 11 e 15 anos nos Estados Unidos revelou que 18% dos participantes preenchiam critérios diagnósticos de depressão, sendo que há uma prevalência consideravelmente mais alta nas mulheres do que nos homens, 25% e 10% respectivamente (Saluja et al., 2004). Grande parte dos sintomas podem aparecer durante esta fase (Eyre e Thapar, 2014), sendo que alguns sinais de sofrimento psicológico durante este período podem indicar um risco maior de transtornos emocionais na idade adulta (Keenan et al., 2009). Dados apresentados (Wang et al, 2007) a partir de pesquisas conduzidas com 15 países membros da Organização Mundial de Saúde (WHO)’s e da Saúde Mental Mundial (WMH) demostraram que metade de todos os casos de transtornos mentais manifestados tiveram o aparecimento de sintomas na adolescência e, apesar da disponibilidade de tratamentos efetivos, existem padrões de falha e atraso no contato inicial do tratamento após início dos sintomas. Logo, é importante estudar as intervenções de saúde mental durante a adolescência como um meio para prevenir e reduzir sintomas e prejuízos a longo prazo, este sendo, portanto, um tema de utilidade pública.

FAP, Análise Comportamental e Tratamento

Mas então, como a FAP pode proteger emocionalmente os nossos adolescentes durante esse período de intensa emoção e repleto de novas informações?

A Psicoterapia Analítica Funcional (FAP, Kohlenberg & Tsai, 1991), tem como pressupostos que o terapeuta aja de maneira Consciente, Corajosa e Amorosa durante a interação com cada cliente. Trata-se de ficar na frente da sua própria história, com consciência e comprometer-se com um cliente que está na frente também da sua história. À medida que a interação entre cliente e terapeuta se desenrola, a FAP é sobre olharem juntos, com coragem e compaixão, como o momento presente na terapia pode explorar o problema pelo qual o seu cliente buscou ajuda (Holman, Kanter, Tsai, Kohlenberg & Hayes, 2017).

O modelo da FAP centra-se também no desenvolvimento da intimidade e no crescimento pessoal. Neste modelo, intimidade terá o significado de qualquer interação humana que envolve vulnerabilidade recíproca, confiança e proximidade. Reis & Shaver (1988) definiram intimidade como um processo de crescente reciprocidade de auto-revelação, pelo qual os indivíduos experimentam sua mais íntima validação, compreensão e cuidado um pelo outro. A FAP irá criar e explorar um processo interpessoal íntimo entre cliente e terapeuta, direcionando o funcionamento interpessoal do cliente – maior fonte de reforços – especificamente no que diz respeito ao relacionamento íntimo.

Congruente com o modelo da FAP, Robert Waldinger (2015) professor de Psiquiatria Clinica, ao apresentar no TEDTalk os resultados de um estudo de Coorte com 724 participantes acompanhados durante 75 anos, (pesquisa realizada pela Universidade de Harvard), afirmou que:

As pessoas que estão mais conectadas socialmente com a família, amigos e comunidade, são mais felizes, fisicamente mais saudáveis e vivem mais do que as pessoas que têm poucas conexões. […] viver em meio a relações boas e reconfortantes nos protege. […] relações saudáveis protegem não apenas nossos corpos, mas também nossos cérebros.

A FAP no tratamento com adolescentes pode ajudar a melhorar, através dos conceitos de Consciência, Coragem e Amor (ACL; Tsai et al., 2009), os relacionamentos interpessoais, sendo um dos focos na conexão social, a qual inclui a família, amigos e grupos (escola, esportes, religião etc.). A transparência do terapeuta servirá também para sinalizar ao adolescente os impactos que ele pode despertar nas outras pessoas, e assim oferecer através da relação terapêutica um modelo de expressão de afeto e de comportamento assertivo para relacionar o seu comportamento com a ocorrência de sentimentos positivos no interlocutor (Banaco, 1995). Descrever e trabalhar o impacto que o adolescente vivencia em relações interpessoais, pode também ter um papel importante na consciência, autoconhecimento e, portanto, na regulação das emoções neste período. Essa intervenção pode ter uma influência positiva, pois é uma forma de trazer a flexibilidade emocional e assim protegê-los contra futuros transtornos psicológicos.

É durante a adolescência que os jovens aprendem a tornar-se independente dos pais, defendem ideias, e assim, é esperado que passem a definir a sua identidade, bem como o estabelecimento de relações sociais, sexualidade, e a decisão de como vão lidar com drogas e álcool, crescer nos âmbitos financeiros, intelectuais e sociais (Kadison & DiGeronimo, 2004). Estes fatores podem levar os adolescentes a se distanciarem muitas vezes dos familiares, e apesar deste processo os deixarem muitas vezes vulneráveis, no entanto, podem não querer parecer frágeis aos pais e aos pares. Os adolescentes estão se ajustando à liberdade recém-descoberta, com mais controle sobre seus horários, seleção de atividades, escolha de amigos, consumo de alimentos e miríade de outras escolhas semelhantes, grandes e pequenas.

Consciência é o primeiro passo durante o tratamento. Quando uma interação está ocorrendo, a que você está prestando atenção, e sobre o que você está pensando e sentindo? Durante o tratamento com os adolescentes, um grande foco neste ponto pode ser de aumentar a consciência do clientes e dos familiares, observar os pequenos sinais de mudança no comportamento, como maior introversão, agressividade, níveis crescentes de infelicidade, choros mais constantes, reações de raiva entre outros. Em termos comportamentais, durante a sessão, podemos pensar na consciência como uma questão de melhorar o controle do estímulo, uma discriminação de condições de estímulo antecedentes para evocar coragem eficaz e reforços amorosos, conforme apropriado. “(…) a consciência pode ser vista como um comportamento que transforma a função. Por exemplo, através da consciência, situações que evocaram esquiva no passado podem assumir novas funções que são mais adaptáveis.” (Holman et al., 2017, p.71).

Pensando no contexto de Coragem e Amor dentro do modelo ACL, podemos definir amor como o conjunto de comportamentos que são vistos como respostas ao conjunto de comportamentos denominados coragem. Quando uma pessoa em uma interação íntima se envolve com coragem, a outra responde com amor. O amor é a consequência produzida pela coragem, quando as coisas estão indo bem entre duas pessoas. “Amor é sobre como respondemos quando os outros interagem conosco de maneiras que são corajosas” (Holman et al., 2017, p.73).

Os amigos passam a desempenhar um papel maior na vida do jovem, principalmente se as respostas corajosas são suprimidas no contexto familiar. Se o distanciamento em relação aos pais foi excessivo o jovem fica à deriva, e a aceitação do grupo surge como um bote de salvamento. O comportamento observável que ele desenvolve para se manter interagindo com o grupo e recebendo sinais de aceitação é mantido ainda que a custa de sofrimento. O jovem tem dificuldade de identificar qual a fonte de sofrimento, se a punição do grupo (e.g. bullying) seria resultado dos próprios bloqueios ou da dificuldade familiar que, na visão dele, falha na tarefa de trazer felicidade ao filho.

As pesquisadoras Follette & Pistorello (2007) descrevem que vivemos em uma sociedade que demonstra dificuldade em tolerar o desconforto de outras pessoas e que realmente promove o sigilo, quando reforça muitas vezes a ideia de que não devemos falar sobre o que vivenciamos, nos transformando então numa comunidade que se esquiva da dor. Quando os adolescentes emitem uma resposta corajosa, tornando públicas as suas ideias, expressando emoções e desconforto ao relatar alguma situação vivenciada, ou descrevendo algo difícil que apareceu durante a sessão, tanto nós terapeutas, quanto os familiares devemos nos engajar em respostas amorosas. É de extrema importância orientar os familiares acerca da necessidade de prover respostas amorosas (aceitação, segurança, compreensão), que validam o comportamento de se expressar do adolescente. Esta postura aumenta a probabilidade de que uma resposta corajosa ocorra novamente, e que os jovens generalizem os efeitos benéficos da sessão.

Conclusão

Quando trabalharmos com os adolescentes, é essencial que o oferecido durante o processo terapêutico, vindas do modelo de Consciência, Coragem e Amor (ACL, Tsai et al., 2009), seja embalado numa linguagem apropriada para a idade e que seja divertido e envolvente. Muitos assuntos podem ser abordados com os adolescentes, tais como desconforto emocional, dilemas familiares, sexualidade, luto, escolhas profissionais, entre outros. Minha experiência também sugere que ao longo da terapia, existe maior possibilidade de haver uma mudança comportamental em casa, na sala de aula, e nas interações sociais quando um adolescente é mais capaz de ter consciência das suas emoções e experienciar uma relação intima recíproca em vulnerabilidade e coragem. Ser capaz de descrever seus comportamentos é fator determinante para a construção do autoconhecimento, o que poderá também influenciar a regulação de intensidade nas emoções durante a adolescência e portanto proteger emocionalmente contra adversidades e transtornos futuros.

A FAP é considerada bem-sucedida no tratamento da depressão para adolescentes, como foi sugerido pelos autores Kohlenberg e Tsai (1994). Uma das estratégias é criar uma estrutura comportamental para trabalhar dificuldades interpessoais dentro da relação terapêutica, estratégia que pode ser evocativa e direta com relação a esquiva experiencial (reforço negativo) – característica muito comum na depressão – ao mesmo tempo que cria um autêntico amor terapêutico como resposta a coragem de não se esquivar experiencialmente.

O impacto nas relações sociais e no ambiente de aprendizagem não pode ser subestimado, e este contexto deve ser levado em consideração não exclusivamente na entrevista clínica, mas durante todo o tratamento. Quanto aos objetivos de tratamento, eles devem ser definidos em termos de uma análise funcional idiográfica do comportamento do cliente e no contexto, e não somente em termos de características topográficas do comportamento ou da experiência do cliente. Essa estrutura ampla, funcional e flexível enfatiza as reações naturais e pode proporcionar durante a psicoterapia com os adolescentes, um alcance máximo não apenas no que diz respeito à natureza peculiar de cada indivíduo, mas também com respeito à aplicabilidade do modelo em diversas dificuldades e contextos.

*estilizado em tela como “Th1rteen R3asons Why”, aproveitando a palavra “thirteen” para fazer uma referência a adolescência “teen”.

Referências

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Priscila Rolim de Moura
Psicóloga (CRP 06/85737), graduada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas e Mestre em Psicologia Clínica pela Leiden University, Holanda. Residi na Holanda por 5 anos e adquiri experiência trabalhando com expatriados e sobreviventes de guerra de diferentes países. Sou também especializada em terapia cognitivo comportamental pelo ambulatório de ansiedade do Instituto de Psiquiatria, Hospital das Clinicas (FMUSP). Membro da Associação Brasileira de Psicologia e Medicina Comportamental (ABPMC) e da Associação de Ciências Comportamentais Contextuais (ACBS). Participo continuamente de treinamentos em ACT e FAP (Psicoterapia Analítica Funcional) diretamente com os criadores dos modelos, além de outros importantes nomes das terapias comportamentais contextuais. Atuo atualmente como psicoterapeuta, professora e supervisora clínica. http://www.priscilarolim.com
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