Dica de leitura: Equivalência de estímulos e ciúme

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O paradigma da equivalência de estímulos frequentemente é associado ao desenvolvimento de habilidades escolares (como ler e escrever) ou no ensino de novos repertórios comportamentais para indivíduos com as mais diversas necessidades. O artigo de Haydu, Gaça, Cognetti, Costa e Tomanari, intitulado “Equivalência de Estímulos e Ciúme: Efeito de História Pré-Experimental”  explora o paradigma de forma diferente!

Confira o resumo: A formação de classes de estímulos equivalentes tem sido usada como modelo experimental para investigar uma série de fenômenos comportamentais, tais como o desenvolvimento de comportamento simbólico e a transferência de funções que os eventos ambientais adquirem por meio de relações condicionais. O objetivo deste estudo consistiu em analisar o efeito de estímulos com alto grau afetivo pré-experimentalmente constituído, na formação de classes de equivalência estabelecidas em contexto experimental, quando as relações emergentes podem se caracterizar por um conflito na escolha dos estímulos. Participaram 17 estudantes universitários que foram submetidos ao procedimento de escolha de acordo com modelo e aos testes das relações emergentes, para formar quatro classes de equivalência com quatro estímulos cada. Verificou-se que 10 dos 17 participantes formaram as classes equivalentes e observou-se correlação positiva entre o desempenho no Teste de Equivalência e o escore na Escala de Ciúme Romântico, sugerindo que a história pré-experimental referente ao envolvimento afetivo interferiu no desempenho dos participantes. O efeito de interferência provavelmente é devido ao conflito entre contingências: uma que controla o responder diante de relações condicionais pré-experimentalmente estabelecidas, envolvendo estímulos com alto valor afetivo, e outra estabelecida no contexto experimental.

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