Como identificar uma criança autista?

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Entre os assuntos mais pesquisados neste site está o autismo. As postagens sobre o tema figuram sempre entre as mais visitadas. Ontem mesmo realizei uma postagem abordando um pouco da história do diagnóstico, e em menos de um dia, rendeu mais de 120 visitas ao site. Outra postagem que está em destaque no número de visitações é a disponibilização do método ABA de tratamento do autismo, um dos mais recomendados e eficientes do mundo.
O autismo é, com certeza, um dos transtornos mais desafiadores para a clínica Psiquiátrica e Psicológica. Seu diagnóstico é por observação, e o manejo clínico é complicado porque geralmente o autista não estabelece vínculo ou responde de maneira mais ou menos esperada as tentativas de interação do terapeuta.
Quanto mais cedo forem identificadas em uma criança as características de autismo, maiores as chances de um tratamento obter resultados melhores. Veja alguns sinais característicos do transtorno de espectro autista em um material desenvolvido por Sandra Lamb, do Paradigma – Pesquisa e Desenvolvimento do Ser Humano, de Florianópolis, SC. 
(Clique nas imagens para ampliar. Em seguida, aperte backspace para retornar)
O diagnóstico deve ser dado por uma equipe especializada, composta por profissionais de diferentes áreas da saúde. Caso conheça uma criança com estas características, procure encaminhá-la ao centro de tratamento especializado mais próximo para que receba avaliação adequada, e se for o caso, um tratamento bem feito. 

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3 COMENTÁRIOS

  1. Nao tem nenhum sinal anatomico pra usar no diagnostico?

    ouvir dizer que autistas tem uma certa peculiaridade nas orelhas em relacao ao cranico, algo assim…

    E sinais fisiologicos?

    Nenhum exame laboratorial para identificar precocemente?

  2. Não, apenas os sinais comportamentais citados pelo Neto.
    Lendo um pouco sobre as causas do autismo, atualmente se acredita na coocorrência de fatores genéticos e ambientais. Mas não existe nenhuma resposta que esclareça a todas as questões.

  3. Talvez os sinais anatômicos que falam sejam os relacionados à síndrome do X-frágil, que diferentemente do autismo, tem exame genético que detecta, e os comportamentos se assemelham aos do autismo.

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