segunda-feira, 28 de maio de 2012

[Entrevista Exclusiva: Olga Mitsue Kubo e Ana Lúcia Cortegoso] - Eventos Regionais em Psicologia Comportamental

Entrevista concedida ao Comporte-se: Psicologia Científica pelo Prof. Dra. Olga Mitsue Kubo, durante a XI JAC UFSCar. O evento foi promovido pela UFSCar- Universidade Federal de São Carlos, entre os dias 20 e 22 de abril de 2012.



Olga Mitsue Kubo é professora associada da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), lotada no Departamento de Psicologia desde 1999. Possui graduação em Bacharelado em Economia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1977), graduação em Bacharelado em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1980), graduação em Formação de Psicólogo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1981), especialização em Análise e Programação de Condições de Ensino pela Universidade Federal de São Carlos (1985), mestrado em Psicologia (Psicologia Experimental) pela Universidade de São Paulo (1986) e doutorado em Psicologia (Psicologia Experimental) pela Universidade de São Paulo (1989). Foi professora adjunta no Departamento de Psicologia da Universidade Federal de São Carlos (SP), no período de 1989 a 1999. Foi vice-coordenadora do Programa de Pós-graduação em Educação Especial e chefe do Departamento de Psicologia da Universidade Federal de São Carlos. É professora do Programa de Pós-graduação em Psicologia, na Linha de pesquisa sobre Análise do Comportamento e processos organizacionais e de trabalho. Tem supervisionado estágios de alunos de graduação em Psicologia no campo da clínica com Análise de Comportamento (processos psicoterapêuticos) e no campo das organizações de ensino, desde 2000. Como área de conhecimento trabalha com seguintes fenômenos: processos comportamentais nos processos de aprendizagem e de ensino e nos processos terapêuticos. 

[Entrevista Exclusiva: Maria Helena Leite Hunziker] - Diálogos da Análise do Comportamento com outras áreas

Entrevista concedida ao Comporte-se: Psicologia Científica pela Prof. Dra. Maria Helena Leite Hunziker, durante a XI JAC UFSCar. O evento foi promovido pela UFSCar- Universidade Federal de São Carlos, entre os dias 20 e 22 de abril de 2012.




A professora Maria Helena Leite Hunziker é licenciada, bacharel e psicóloga pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (1973 e 1974), mestre, doutora e livre-docente em psicologia experimental pela Universidade de São Paulo (1978, 1982 e 2003, respectivamente). Pós-Doutorado no Reed College - USA (1993-1994) e na Universidad de Sevilla - Espanha (1999). Foi docente na Clínica do Comportamento (Campinas), na Faculdade de Psicologia da PUC – São Paulo e na Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP (Departamento de Farmacologia). Atualmente é Professora Associada na Universidade de São Paulo (Instituto de Psicologia - Departamento de Psicologia Experimental), onde exerceu cargo de coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Psicologia - área de concentração Psicologia Experimental (1994-1997) e de chefe do departamento (2004-2008). É orientadora nos Programas de Pós-Graduação em Psicologia Experimental (PSE) e em Neurociências e Comportamento (NeC), e Pesquisadora do CNPq (2A). Coordena o Laboratório de Análise Biocomportamental (www.usp.br/labc), onde desenvolve pesquisa básica utilizando prioritariamente animais como sujeitos. Suas linhas de investigação sobre o comportamento abrangem os temas desamparo aprendido e variabilidade operante, inserindo-se nas grandes áreas denominadas Controle Aversivo e Análise Biocomportamental. 

[Entrevista Exclusiva: Isaías Pessotti] - Jornadas de Análise do Comportamento

Entrevista concedida ao Comporte-se: Psicologia Científica pelo Prof. Isaías Pessotti, durante a XI JAC UFSCar. O evento foi promovido pela UFSCar- Universidade Federal de São Carlos, entre os dias 20 e 22 de abril de 2012.


O professor Isaías Pessoti possui graduação em Psicologia pela Universidade de São Paulo (1955), mestrado em Psicologia pela Universidade de São Paulo (1974) e doutorado em Psicologia pela Universidade de São Paulo (1969). Também é Mestre em Filosofia e Metodologia das Ciências, pela Universidade Federal de São Carlos (2004). Professor Titular, por concurso público de títulos e provas: do Centro de Educação e Ciências Humanas, da Universidade Federal de São Carlos (1982); de Psicologia Educacional da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto-USP (1983); de Psicologia (Médica), da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP (1984) e da cátedra de Metodologia Científica da Universidade de Urbino (Itália), em 1997. Tem experiência na área de História da Psicologia, com ênfase em História das Ciências, atuando principalmente nos seguintes temas: loucura, psicopatologia, aprendizagem, e historia da psicopatologia. 

[Entrevista Exclusiva: Alexandre Ditrich] - Análise do Comportamento e Cultura

Entrevista concedida ao Comporte-se: Psicologia Científica pelo Prof. Dr. Alexandre Ditrich, durante a XI JAC UFSCar. O evento foi promovido pela UFSCar-  Universidade Federal de São Carlos, entre os dias 20 e 22 de abril de 2012. 




O professor Alexandre Diitrich possui graduação em Psicologia pela Fundação Universidade Regional de Blumenau (1999) e doutorado em Filosofia pela Universidade Federal de São Carlos (2004). Atualmente é professor efetivo da Universidade Federal do Paraná. Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em História da Psicologia e Teorias e Sistemas em Psicologia, atuando principalmente nos seguintes temas: behaviorismo radical e análise do comportamento, epistemologia da psicologia, história da psicologia, ética, política e psicologia. Membro do Grupo de Trabalho "Investigações Conceituais e Aplicadas em Análise do Comportamento" da ANPEPP (Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia). 

sábado, 26 de maio de 2012

Seleção para pós-graduação em Análise do Comportamento na Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR)

As inscrições para a seleção de novos alunos do Programa de Pós-Graduação em Análise do Comportamento da Universidade Estadual de Londrina (UEL), no Paraná, já estão abertas e irão até o dia 01 de junho. A turma se inicia em agosto de 2012 e conta com 20 vagas, sendo, destas, 05 para bolsistas. Confira mais informações no cartaz abaixo.


Confira docentes com vagas disponíveis para orientação e mais informações sobre o processo seletivo clicando aqui.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Cordel: técnicas comportamentais



Pessoal... vocês já ouviram falar cordel? É uma literatura popular em versos rimados, comumente produzida no nordeste, que pode ser pendurada em "cordas"... daí o nome... cordel!


Ministrando a disciplina de Teorias e Técnicas em Análise do Comportamento em Juazeiro do Norte - Ceará, me deparei com uma agradável surpresa: Uma aluna, Antonia Helena Dias, ou simplesmente Helena para os íntimos, produziu um cordel sobre técnicas comportamentais. Confiram!



Colegas de abordagem
Viemos aqui falar
De técnicas de aprendizagem
Fading out, DRO,
Extinção e modelagem.

Para entender melhor
A técnica e seu efeito
É importante conhecer
A situação do sujeito,
Recortes de sua história
Com muita ética e respeito.

Entender essa abordagem
É preciso se falar
Estudar as contingências
O contexto em que ele está,
Fazer Análise funcional
Para poder ajudar.


 


quinta-feira, 24 de maio de 2012

Redução de Danos e a Prática de Uso e Abuso de Substâncias Psicoativas

Atualmente, debates sobre uso e abuso de substâncias psicoativas (SPA), ilícitas ou não, têm ocupado a mídia, os governos e cidadãos em diversas partes do mundo. SPA ou Drogas Psicotrópicas podem ser definidas como aquelas “que atuam no sistema nervoso central e que de alguma forma modificam o funcionamento cerebral” (Almeida & Barbosa Filho, 2006), que englobam desde o cafezinho, remédios antidepressivos até cocaína e maconha. Embora substâncias legalizadas como remédios antidepressivos possam ter efeitos danosos, as visões condenatórias são mais voltadas para a as chamadas drogas de abuso, ainda que o uso dessas substâncias, a exemplo do cânhamo, remonte a 4000 a.C. (na China) e 3000 a. C. (no Turquistão, atuais Turcomenistão, Uzbequistão, Tadjiquistão, Quirguistão e Cazaquistão) (Escohotado, 2004).


quarta-feira, 23 de maio de 2012

O comportamento religioso


O sinal da cruz dos cristãos, o prostrar-se dos muçulmanos durante as orações, a cerimônia de circuncisão realizada pelos judeus e o jejuar, realizado por diversos grupamentos religiosos, são exemplos do que a nossa cultura designa como comportamento religioso. Esses comportamentos integram o repertório comportamental de diversos indivíduos que compartilham um ambiente social comum, o qual pode ser uma cultura, enquanto grupo social, ou seus produtos, tais como literatura, arte, política, tecnologias ou sistema de produção. 

Em uma perspectiva analítico-comportamental, o comportamento religioso pode ser entendido como qualquer comportamento verbal ou não verbal que envolve a formação de relações de causalidade entre eventos físicos e eventos que, supostamente, não obedecem às leis naturais. 

Como apontou Skinner (1953/1981), relações comportamentais que envolvem o controle verbal são mais propensas a envolver a formação de relações de causalidade entre eventos independentes entre si. Segundo esse autor, comportamentos cujo reforço é socialmente mediado provem contingências únicas. Contrariamente, para o caso de comportamentos cujo reforço é mecanicamente produzido pela resposta, tais como “arremessar um objeto”, a consequência (nesse exemplo, “objeto longe”) ocorre inevitavelmente, sempre que a resposta ocorrer. Entre a contingência única e a contingência que recorre inevitavelmente, conforme destacou Skinner (1953/1981), “há um contínuo que não pode ser dividido rigidamente em nenhum ponto para se distinguir entre 'superstição' e 'fato'” (pág. 333). Em outros termos, relações entre eventos que se repetem de forma relativamente uniforme e com maior recorrência tornam mais prováveis que descrições precisas dessas relações sejam produzidas. Relações entre eventos que ocorrem poucas, ou até mesmo apenas uma única vez, por outro lado, possibilitam a elaboração de descrições imprecisas e, algumas vezes, místicas, visto que podem relacionar de forma causal eventos que são independentes. 

Autismo: Lidando com comportamentos socialmente inadequados

Na última publicação vimos como a avaliação comportamental deve ser individualizada e voltada para a história de vida de cada um. Agora, vamos entender como começa a intervenção comportamental com crianças autistas, tendo esta avaliação como base. 

Com o repertório de entrada definido e bem analisado, sabemos o que a criança já sabe e em que contextos ela emite estes comportamentos. Sabemos, ainda, o que a criança não sabe e poderia estar fazendo para melhor adaptação e inserção social. A partir deste conhecimento temos a base para ensinar estes comportamentos importantes, mas ainda não adquiridos, bem como reduzir os comportamentos inadequados que acabaram sendo instalados pela ausência de outros mais adequados e mais aceitos socialmente. 

É importante frisar que o limite para o aprendizado não está na criança ou em seu diagnóstico, o autismo consiste em um transtorno de origem genética que causa dificuldades ou atrasos no desenvolvimento verbal e social, bem como da variabilidade de comportamentos. Porém, este transtorno não envolve nenhuma limitação orgânica que impeça um determinado aprendizado. Diferentemente de algumas deficiências físicas irreversíveis, os transtornos do desenvolvimento não geram nenhuma barreira intransponível. Então, podemos afirmar que estas crianças (que possuem apenas o diagnóstico de autismo, não associado a outros transtornos) estão aptas a aprender tudo que qualquer criança com desenvolvimento típico aprende, o limite para esta aprendizagem está nas condições de ensino que foram oferecidas a ela. Provavelmente, antes de iniciar uma intervenção especializada, alguns autistas foram submetidos a métodos tradicionais de ensino e, isso sim pode significar um limite para a aprendizagem. Se uma criança não aprendeu com métodos tradicionais, isso não significa que ela não aprenderá nunca, pelo contrário, só significa que cabe a nós (pais e profissionais da saúde e da educação) apresentar métodos de ensino especiais, desenvolvidos para o seu repertório inicial e adequados às suas dificuldades. Então, na visão da Análise do Comportamento, o não aprender não remete a incapacidades da criança, mas sim a falhas do método e dos procedimentos de ensino, que devem ser revistos até que se obtenha o aprendizado esperado. 

A intervenção comportamental com crianças autistas se sustenta em dois grandes pilares: a) minimização e extinção de comportamentos inadequados; e b) ensino ou maximização de comportamentos adequados. Hoje, vamos falar da redução e extinção de comportamentos inadequados, que são prejudiciais para a adaptação da criança ao meio social e para sua qualidade de vida. 

Skinner (1953/1970) definiu dois tipos de comportamentos: os comportamentos reflexos, que consistem em respostas involuntárias do organismo a um estímulo ambiental e são determinados pela filogênese, por isso as possibilidades de manipulação e plasticidade destes comportamentos são limitadas; e os comportamentos operantes, que consistem em ações que produzem alterações no ambiente, isto é, produzem consequências que retroagem sobre o organismo modificando sua resposta. Estes últimos são determinados pela ontogênese (história de vida) e são passíveis de maiores modificações por meio da manipulação de variáveis ambientais. Neste grupo estão os comportamentos inadequados socialmente que devemos controlar e minimizar. 

Algumas respostas inadequadas comuns nos casos de autismo são: birras (classe de respostas que envolve chorar, gritar, se jogar no chão, espernear, etc.); comportamentos autolesivos (machucar a si mesmo); agressões (machucar o outro); estereotipias (respostas repetitivas e com função autoestimulatória); etc. Na visão da Análise do Comportamento, cada uma destas respostas pode ser um comportamento completamente diferente a depender das variáveis antecedentes (contexto, situação que as evoca) e das variáveis consequentes (estímulos que seguem a resposta e a mantém). Afinal, comportamento consiste na relação dinâmica entre variáveis ambientais e orgânicas, ou seja, envolve a tríplice contingência formada por eventos antecedentes, respostas e consequências. 

terça-feira, 22 de maio de 2012

Fotos do 3º Encontro de Análise do Comportamento do Vale do São Francisco

O 3º Encontro de Análise do Comportamento do Vale do São Francisco aconteceu na cidade de Petrolina (PE) nos dias 20 e 21 de abril, no auditório da Fundação Universidade Federal do Vale do São Francisco. Contou com a participação de nomes importantes da Análise do Comportamento no Brasil como Sandro Iêgo, Carmen Bandini, Christian Vichi e Angelo Sampaio. O evento tem grande importância no que diz respeito à expansão da abordagem pelo Brasil, abrangendo regiões e atingindo pessoas que há poucos anos dificilmente teriam contato com as ideias skinnerianas.


O encontro de 2012, cujo tema era “Diálogos com outras teorias, disciplinas e profissões”, buscou intercâmbios e contribuições de outras áreas à Análise do Comportamento, mostrando não só como é possível o diálogo, mas também como ele pode beneficiar o prática profissional.

Autoestima infantil, atividades esportivas e "bullying" nas escolas

A autoestima das crianças e pessoas em geral é um termo que se refere a um conjunto de sentimentos derivados de experiências bem sucedidas na interação com o contexto social (especialmente família e escola) e com as atividades que a criança executa. Dificilmente conseguiremos ser bem sucedidos em todas as áreas ou atividades que executemos, ou mesmo numa atividade específica, todo o tempo.

Obviamente que uma história de insucessos repetidos em uma ou mais áreas afeta a autoestima e a autoconfiança, no sentido de tais sentimentos passarem a fazer parte das contingências que controlam o comportamento ou as ações do indivíduo. No caso do indivíduo não possuir características particulares para a execução de alguma atividade específica, como o das atividades esportivas, ela deve ser reforçada pelo seu bom desempenho em atividades nas quais é mais bem sucedida, ou a atividade esportiva escolhida deve ser redimensionada. Um exemplo disso seria enfatizar o caráter lúdico da atividade esportiva em detrimento do competitivo.

O contrário também é verdadeiro, ou seja, temos visto em nossa experiência profissional, alunos com dificuldades de aprendizagem relativamente generalizadas em uma ou mais áreas acadêmicas (escrita, leitura, matemática) terem êxito especificamente em atividades esportivas (coletivas ou individuais), e por esta via, adquirem posições de liderança escolar.


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segunda-feira, 21 de maio de 2012

Nova turma do curso online de Fundamentos da Terapia Comportamental

O Instituto de Psicologia Aplicada (InPA) irá oferecer em breve o Curso de Fundamentos da Terapia Comportamental, que já está em sua terceira turma. O curso tem como objetivo desenvolver competências necessárias à prática da terapia comportamental e será ministrado online, na modalidade EaD, ou seja, pode ser feito de qualquer cidade.


O curso conta com 36 horas/aula, conferindo certificado, e é voltado para estudantes e profissionais de psicologia, se iniciando no mês de julho. Até o dia 10 de junho os valores são promocionais, então garanta já a sua inscrição!

Entre os docentes que irão ministrar o curso, estão colunistas do nosso site! Para mais informações sobre valores, inscrições, programação, conteúdo e docentes do curso, clique aqui.


Entrevista com Carmem Beatriz Neufeld

Entrevista concedida pela Prof. Dra. Carmem Beatriz Neufeld, presidente da Federação Brasileira de Terapias Cognitivas,  durante o I Workshop de Terapia Cognitivo-Comportamental do Triângulo Mineiro. O evento foi promovido pela Clínica Integrare de Psicologia Cognitivo-Comportamental, na cidade de Uberlândia - MG, em 19 de novembro de 2011. 




Carmem Beatriz Neufeld possui Bacharelado e Licenciatura em Psicologia pela Universidade da Região da Campanha, Mestrado em Psicologia Social e da Personalidade pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e Doutorado em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Atualmente é Professor Doutor do Departamento de Psicologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto - FFCLRP da Universidade de São Paulo - USP, onde atua na área da Terapia Cognitivo-Comportamental e na área de Psicopatologia da infância e da adolescência. Integra o Programa de Pós-Graduação em Psicologia do Departamento de Psicologia da mesma Universidade e Coordena o Laboratório de Pesquisa e Intervenção Cognitivo-Comportamental - LaPICC. Participa do Banco de Avaliadores do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (BASis / SINAES) como Avaliadora Institucional e de Curso de Graduação. É presidente da Federação Brasileira de Terapias Cognitivas (FBTC) - Gestão 2011/2013. Integrou o Comitê Gestor do Núcleo Regional da Associação Brasileira de Ensino de Psicologia (ABEP) Paraná (2007/2008). Atuou como Docente e Supervisora Clínica em Cursos de Especialização e Aperfeiçoamento na área de Terapia Cognitiva. Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Formação Profissional em Psicologia e em Prevenção e Tratamento Psicológico, atuando principalmente nos seguintes temas: Terapia Cognitiva, Psicologia Cognitiva, Psicologia Experimental, Processos Cognitivos, Memória e Emoção e Psicopatologia.


sábado, 19 de maio de 2012

II Encontro do Sudoeste Goiano de Análise do Comportamento - Programação

O II Encontro do Sudoeste Goiano de Análise do Comportamento, que ocorrerá em Jataí/GO nos dias 15 a 17 de junho, já disponibilizou a programação do evento. Clique para ampliar:


Para dúvidas, informações e inscrições, clique aqui ou mande um e-mail para esgac.2011@yahoo.com.br. Consulte também o twitter do evento: @esgac_2011. Em breve, o Comporte-se irá sortear uma inscrição para nossos leitores neste evento, fique ligado!

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Curso de Coaching com Elen Gongora Moreira - Maringá-PR

No dia 23 de junho de 2012, Maringá sediará um curso sobre Coaching, com a psicóloga Elen Gongora Moreira, mestre em Psicologia Experimental e com MBA em Gestão Empresarial pela FGV. Veja o flyer abaixo para mais informações (clique para ampliar):


Mais informações e inscrições: jaquelinecbordin@gmail.com

Terapia Comportamental da Depressão: uma alternativa promissora

Até por volta da década de 1970 as Psicoterapias “Comportamentais” eram reconhecidas como as principais e mais eficazes formas de tratamento para os mais diversos transtornos (Garcia, 2007; Rangé, Falcone e Sardinha 2007). Suas principais representantes eram a Modificação do Comportamento e a Terapia Comportamental Clássica de Eysenck. Com o nascimento da Terapia Cognitiva, ao final dos anos 60, esta última começou a ganhar espaço e, de acordo com Rangé, Falcone e Sardinha (2007) hoje ela é considerada a mais importante e melhor fundamentada abordagem da Psicologia. Ela adquiriu este status não em função de seu corpo conceitual, mas da quantidade de pesquisas que atestam sua efetividade no tratamento de uma série de transtornos psiquiátricos (Beck, 1997; Rangé, Falcone e Sardinha, 2007).